Compositor: Não Disponível
Guatemala feliz! Que teus altares
Jamais profane o carrasco
Nem que haja escravos que lambam o jugo
Nem tiranos que cospem em tua face
Se amanhã teu solo sagrado
Ameaça uma invasão estrangeira
Livre ao vento sua bela bandeira
À vitória ou à morte ela chamará
Livre ao vento sua bela bandeira
À vitória ou à morte ela chamará
Que teu povo, com alma ferina
Antes morto que um escravo será
De tuas velhas e duras correntes
Tu forjaste com mão raivosa
O arado que o solo fecunda
E a espada que salva a honra
Nossos pais lutaram um dia
Incedidos pelo ardor patriótico
E lograram sem um confronto sangrento
Colocam-no em um trono de amor
E lograram sem um confronto sangrento
Colocam-no em um trono de amor
Que da pátria, num enérgico foco
Eles deram vida ao ideal redentor
É tua insígnia, pedaço de céu
Que acende uma nuvem sua brancura
E ai daquele que com cega loucura
Suas cores pretende manchar!
Para teus filhos valentes e altivos
Que veneram a paz que preza
Nunca esquivam a dura peleja
Se defenderem sua terra e seu lar
Nunca esquivam a dura peleja
Se defenderem sua terra e seu lar
Que tão somente a honra sua alma conceba
E o altar da pátria é o seu altar
Deitada em um andar soberbo
De dois mares ao ruído sonoro
Sob a asa do escarlate e do ouro
Você adormece ao belo quetzal
Ave indiana que vive em teu escudo
Paládio que protege teu solo
Oxalá que ele retome seu voo
Mais que o condor e a águia-real!
Livre ao vento sua bela bandeira
À vitória ou à morte ela chamará
Que teu povo, com alma ferina
Antes morto que um escravo será
Oxalá que ele retome seu voo
Mais que o condor e a águia-real
E em suas asas se eleve até o ceu
Guatemala, teu nome imortal!